Ultimamente não tenho conseguido me expressar muito bem, falta clareza nas minhas palavras,enquanto isso sobram idéias e pensamentos desconexos.
Talvez por isso não postei antes... mas enfim...
Desde que comecei e escrever no ''brog'' algumas coisas mudaram, outras se ajeitaram e algumas continuam a mesma merda coisa.
Essa semana começou ótima,depois de vários desencontros estive entre R's...Hahahaha
E poucas coisas me fazem tão bem quanto estar ao lado dos que posso chamar de 'amigos',não fizemos nada grandioso... mas conversar com esses putos me faz bem pra caralho!
E só deixar como lembrete: Nunca devo esperar ônibus com o Rodrigo, passou ônibus espacial, mas o Praça Seca, nem sombra (gente com uruca é foda!)
Enfim... foi bom e eu quero fazer isso mais vezes...
Mudando de assunto completamente...
Eu sempre vivo as coisas da minha vida até o final, 'aproveitando cada segundo antes que vire uma tragédia'...Sendo assim, eu sempre pensei que se pudesse tentar um pouco mais, que havia alguma coisa pequena que salvasse aquela situação que já andava por uma corda bamba e estreita que só faltava um ventinho para arrebentar, e tentava acreditar que tudo iria ficar bem, teria um novo começo ou que o fim seria um pouco mais doce e prazeroso. Pode parecer estranho, mas tudo pode terminar de maneira sutil...
Claro que isso nem sempre foi bom porque insistir em algo que você nota claramente que não vai dar mais certo, sempre machuca e faz mal. E muito.
Mas foi por meio disso que eu aprendi a reconhecer quando as coisas terminam.
Por mais que o fim deixe marcas, cicatrizes e aquela sensação de não saber o que fazer com o que resta de nós,e o pior, quando você não sabe bem o que de você que sobrou...
Aí a gente vai se reconstruindo, vai aprendendo e reaprendendo também...e reaprender é o pior.
E vem o recomeço....você decide passar a vida a limpo, decide para onde ir, o que fazer, onde quer ficar e nisso começa a se reencontrar, se reconhecer....
Pensa nos caminhos possíveis, pensa nas facilidades e nas dificuldades de cada um.
Avalia o quanto vai crescer de acordo com suas escolhas e percebe que sempre existe uma outra possibilidade.
E aí paga o preço por se dispor a ser alguém de quem se orgulhe.
E isso leva tempo, além de descaralhar a mente de qualquer um, às vezes isso leva a um blog também... Hahahaha
E se vale o preço?
Na real, acho que vale sim! Se o coração estiver inteiro nas suas escolhas, é claro!
Inteiro.
Sem máscaras, sem medos.
O que eu pensei que fosse eterno morreu.
O que eu pensei que fosse passageiro ainda está do meu lado e se mantêm da forma mais fiel possível, de maneira que minha imaginação nunca alcançaria. Ainda bem.
Sei que tudo poderia ser diferente, mas não acho que o diferente seria melhor.
p.s: "Just don't let me go ''
The End
Postado por
Nath
quinta-feira, 8 de outubro de 2009